Informações gerais

ENDEREÇO

61 Chelsea Piers, New York, NY 10011, USA

DURAÇÃO RECOMENDADA

1 hour

Horários

10:00–19:00

TEMPO DE ESPERA PREVISTO - PADRÃO

0-30 mins (horário de pico), 0-30 mins (fora do horário de pico)

Planeje sua visita

Você sabia?

O Arte Museum New York faz parte de uma rede global de museus de arte digital, com filiais na Ásia e na Europa.

As instalações do museu são criadas por artistas digitais e estúdios de criação de renome internacional.

Muitas exposições são totalmente interativas, permitindo que os visitantes influenciem os visuais e as paisagens sonoras em tempo real.

Vale a pena visitar o Museu Arte de Nova York?

Sim, se você gosta de experiências imersivas e arte interativa. O Arte Museum New York combina projeções digitais gigantescas, música e aromas para fazer você se sentir como se estivesse caminhando por dentro de paisagens em movimento e obras de arte famosas, em vez de apenas observá-las em uma parede.

Vale especialmente a pena visitar se você gosta de fotografia, exposições sensoriais ou atrações internas únicas em Nova York. A maioria das pessoas sai comentando como a experiência é memorável e diferente em comparação com um museu tradicional.

O que tem aí dentro?

Person standing in front of digital waterfall display at ARTE Museum.
Visitors in misty light installation at Arte Museum, New York.
Van Gogh sunflower-themed hallway at Arte Museum exhibition.
Digital art display of colorful creatures at LIVE SKETCHBOOK GUARDIANS, Arte Museum, New York.
Immersive exhibit featuring Statue of Liberty and Brooklyn Bridge at Arte Museum, New York.
Interactive digital art display at ARTE Café, ARTE Museum New York.
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Cachoeira Infinita

Uma das primeiras salas, este espaço te envolve em uma cascata de água digital, luz refletida e um estrondo surdo. Chega mais cedo se quiseres tirar fotos com menos gente; é um dos lugares onde os visitantes costumam ficar mais tempo.

Tornado

Uma sala circular onde um vórtice virtual gira ao redor do teu corpo, enquanto projeções no chão e efeitos de vento intensificam a ilusão. O lugar atrai muita gente rapidinho, principalmente no final do dia, então espera um pouco se quiseres tirar fotos com menos gente.

Sala de colaboração do Museu d’Orsay

É aqui que o fio condutor histórico-artístico da exposição fica mais evidente, com motivos de Monet e Van Gogh reinterpretados como paisagens em movimento. Dá um tempo; as referências vão se revelando aos poucos, em vez de de uma vez só.

Caderno de esboços ao vivo (Guardiões)

A parada mais interativa. Desenha em um tablet e vê as tuas figuras ganharem vida na parede, o que torna essa atividade especialmente popular entre as famílias. Reserva um tempinho a mais; as crianças costumam ficar mais tempo do que os adultos imaginam.

Nova York é um jardim de arte

Um jardim digital com temática local que incorpora imagens de Nova York ao vocabulário natural da exposição. Normalmente, o ambiente é mais tranquilo do que nas salas mais conhecidas, e as visitas no final do dia costumam oferecer mais espaço para você se afastar um pouco e apreciar tudo com calma.

ARTE Café

O final opcional, onde projeções animadas nas mesas dão continuidade à exposição enquanto você toma um chá ou um smoothie. Isso acrescenta uns 15 minutos e funciona melhor se você preferir um final mais demorado em vez de uma saída rápida para o Chelsea Piers.

Seu guia para explorar o museu

Reserva uns 60 a 90 minutos para ficar por aqui, ou até 2 horas se quiseres tirar fotos, passar um tempo no Live Sketchbook e dar uma passada no Arte Café. O museu segue um percurso simples, em grande parte de sentido único, por isso é fácil explorá-lo no seu próprio ritmo.

Para aproveitar melhor a visita, vem durante a semana ou mais cedo, quando os espaços estão menos lotados. Se o espaço estiver lotado, espera uns minutinhos; as projeções são exibidas em loop, então você não vai perder nada.

Não perca o Waterfall Infinite, o Tornado, a colaboração com o Musée d’Orsay e o Live Sketchbook. Termina no Arte Café se quiseres fazer uma pausa curta e interativa antes de ires embora.

Estratégia de visita

Use sapatos confortáveis e tenha seu celular ou câmera à mão, pois muitas salas foram projetadas para fotos e vídeos imersivos. Alguns espaços são mais escuros ou barulhentos do que outros, então faz uma pausa curta entre as instalações, se precisar.

Melhor fluxo

A Arte fica melhor quando você diminui o ritmo e deixa cada instalação ser apreciada por completo, em vez de passar rapidamente de uma sala para outra. Fica mais ou menos no meio de espaços maiores para aproveitar melhor o som e a projeção.

Prioridades

Imperdível: Waterfall Infinite, Tornado, a sala de colaboração do Musée d’Orsay e Live Sketchbook.

Opcional: O Arte Café é ideal para uma sessão de fotos de 15 minutos na mesa da mídia, e o tempo extra em Nova York é perfeito para fotos mais tranquilas.

No seu próprio ritmo

O Arte foi concebido para ser explorado por conta própria, com breves descrições e narrativas visuais que te guiam por cada sala.

Breve história do Museu Arte

  • 2020: A d'strict está expandindo o conceito do Arte Museum globalmente, com foco em experiências imersivas de arte digital em grande escala.
  • 2022–2025: O Museu de Arte e o Museu d'Orsay colaboram em uma reinterpretação digital de obras-primas impressionistas, que depois serão exibidas na sede de Nova York. A parceria é oficialmente descrita como uma colaboração de três anos.
  • 2025: O Arte Museum New York inaugura no Chelsea Piers, em Manhattan, levando o conceito “Eternal Nature” da marca para Nova York.
  • Hoje: O museu é conhecido por suas salas de projeção imersivas, seu design multissensorial e pela colaboração com o Musée d’Orsay, que conta com artistas como Monet e Van Gogh.

Quem construiu o Arte Museum New York?

O Arte Museum New York foi criado pela empresa sul-coreana de design digital d’strict, a equipe responsável pela marca global Arte Museum. Em vez de se concentrar em um único arquiteto, a experiência combina um projeto de projeção em grande escala, paisagens sonoras do compositor Young-gyu Jang e fragrâncias personalizadas da perfumista Marianne Nawrocki Sabatier para transformar a arte digital em um ambiente totalmente imersivo e multissensorial.

Uma olhada na arquitetura

Estilo

Design imersivo do tipo "caixa preta". Os interiores escuros eliminam as distrações visuais, de modo que a projeção, o movimento e o som se tornam os elementos espaciais dominantes.

Materiais

Paredes em preto fosco, superfícies preparadas para projeção, piso reflexivo e salas fechadas ajudam a controlar a luz e a intensificar os efeitos de cor e movimento.

Sistema de projeção

Projeções em grande escala do chão ao teto, áudio sincronizado e aromas transformam espaços minimalistas em paisagens digitais, como cachoeiras, tempestades e jardins em flor.

Disposição espacial

A exposição segue um percurso basicamente linear de sala em sala, concebido para guiar os visitantes por diferentes ambientes e atmosferas sem complicações.

No local

Como os cômodos são propositalmente minimalistas, os visitantes ficam mais atentos às mudanças de luz, ao eco, à proporção e ao movimento em todo o espaço.

Equipe de design

A experiência foi desenvolvida pela d’strict e pelos designers de exposições do Museu Arte, com som de Young-gyu Jang e design de fragrâncias de Marianne Nawrocki Sabatier.

Perguntas frequentes sobre o Arte Museum New York

Sim, principalmente se você gosta de arte imersiva, exposições interativas e fotografia. A experiência combina projeções digitais, música e aromas para criar espaços pelos quais você caminha, em vez das galerias tradicionais que você apenas observa.